A criança não responde ao chamado e ao final da crise continua sua atividade normal como se não houvesse acontecido nada, não lembrando da crise. Durante uma crise de ausência uma criança não escuta o que o professor diz, não impedindo que acompanhe a atividade proposta pelo cátedra. Tal fato, se não reconhecido precocemente, pode gerar uma criança com retardo educacional, não raramente considerada pelo professor como “sonhador”, “desatento”, “desinteressado”, “deficiente mental”...
Muitos pais não têm consciência deste tipo de crise e, mesmo quando a observando, não leva em consideração por acreditar não ser importante e, conseqüentemente não relata ao médico. Ao menos que o doente manifeste crises clônico-tônicas, informações que caracterizem crises de ausência não são relatadas ao médico pela falta de conhecimento dos pais sobre as crises de ausência. Tais crises (ausência) são facilmente provocadas por hiperventilação e não devem ser confundidas com breves crises parciais complexas. Ausências típicas ocorrem em crianças no período escolar, podendo acontecer muitas vezes por dia.



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