O paciente torna-se progressivamente cianótico, a cabeça fica retraída, os braços flexionados e as pernas extendidas. Logo após inicia-se a FASE CLÔNICA, quando os músculos alternadamente relaxam e se contraem, resultando em movimentos clônicos. Durante os abalos o paciente pode morder sua língua, urinar ou possivelmente defecar (liberação esfincteriana). A fase clônica pode durar vários minutos.
Quando todos os abalos cessam, o paciente pode recobrar sua consciência, podendo sentir-se muito cansado e queixar-se de dor de cabeça e confusão. O doente não se lembra do que aconteceu e pode "recuperar-se" da crise ainda no chão em posições, às vezes, estranhas para ele. Freqüentemente o doente cai em sono profundo após a crise. A freqüência das crises podem ocorrer de uma vez ao dia a uma vez ao mês ou anualmente.
Durante este tipo de crise pode predominar a fase clônica ou tônica, sem prejuízo do diagnóstico. Crises generalizadas tônico-clônicas podem também ocorrer na generalização secundária em crises epilépticas parciais.



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